sábado, 30 de abril de 2011

Primeiro tempo

Nem preciso dizer que esse jogo está muito bom... A Globo, na tentativa de manter seu monopólio, privou-me de assisti-lo. Mas tudo bem! A transmissão da CBN está bem emocionante!!

O primeiro tempo já acabou e o jogo continua 0X0. Logo de início Rogério Ceni já fazia careta com dores na coxa, será que ele está com medo de um ataque santista? Assim quando o São Paulo perder ele poderá dizer que a culpa foi essa dor, tudo esquematizado.

Muitos gols já foram perdidos, até pelo nosso querido Neymar. As faltas não estão ocorrendo com frequência, foram 5 do meu amado peixe contra 3 do tricolor, bem equilibrado. O árbitro não quis dar acréscimos.

No intervalo provavelmente os jogadores de ambos os times levarão broncas de seus técnicos. E, meio óbvio dizer, vão voltar para marcar o gol decisivo (inteligente isso hein?).

Como santista que ama o Neymar, sei que iremos ganhar, não acredito em goleada, mas o que importa é a vitória, e será nosso grande ídolo que nos dará isso.

quarta-feira, 27 de abril de 2011

O Encontro com o último carrasco

Hoje o Tricolor Mais Querido volta a sua casa após 10 jogos longe do Morumbi recebendo o Goiás, no jogo de volta pelas Oitavas de Final da Copa Do Brasil. O clube paulista , além do seu estádio e da torcida à favor, ainda trás de Goiânia uma boa vantagem conquistada no Serra Dourada ao derrotar por 1x0 a equipe esmeraldina com um belo gol de Dagoberto.

Mas apesar de toda empolgação São Paulina para esta noite, um fator histórico pode colocar uma pulga atrás da orelha Tricolor: antes das 7 participações seguidas da Copa Libertadores, que afastaram a equipe desta competição nacional durante este período, última participação do São Paulo na Copa do Brasil , foi no ano de 2003 e teve duração até as Quartas de Final, onde caiu no Morumbi para o próprio Goiás.

Veja a decepcionante campanha tricolor em 2003


A eliminação tricolor foi devida aos 2 empates ocorridos nos jogos de ida e volta , 0 x 0 no Serra Dourada e 1x1 no Morumbi (Vale lembrar que a Copa Do Brasil foi o primeiro campeonato a implantar a regra do gol fora de casa ter valor maior e pesar na classificação). Na ocasião o atual grande reforço Tricolor , Luis Fabiano, estava em sua primeira passagem pelo clube, e atuou nas duas partidas, e como habitual na época, se envolvendo em polêmicas durante o jogo. No Serra Dourada, o atacante esbravejou no fim da partida contra o árbitro Wilson Souza de Mendonça. Descontente com o cartão que recebeu durante o jogo, “Fabuloso” revelou na época que o juíz prejudicava demais o time paulista. "Faz tempo que ele vem prejudicando o São Paulo. Se eu falasse alguma coisa ele iria me amarelar. Ele estava esperando este momento", afirmou o artilheiro.

Ao fim da partida no Serra Dourada, em tom profético, o técnico esmeraldino , Candinho afirmou: "Poderíamos ter saído com uma vitória. Mas temos uma vantagem que qualquer empate com gols em São Paulo classifica o Goiás" . E foi exatamente como aconteceu.

No jogo de volta, Caíco marcou de pênalti o primeiro gol. O tricolor arrancou o empate com Luis Fabiano, porém não foi o suficiente reverter a desvantagem para encarar o Cruzeiro, de Luxemburgo, Deivid e Alex, na semifinal do torneio (o Cruzeiro acabou campeão da Copa do Brasil em 2003).

Notas curiosas do confronto:
Pela equipe do Morumbi, os destaques eram os ídolos Rogério Ceni, Luis Fabiano, Kaká e Lugano além do atacante Kleber, hoje herói no arqui-rival Palmeiras, que foi revelado pela equipe do Morumbi, mas com uma passagem sem destaque apesar do bom futebol já apresentado naquela época.

Já o Goiás tinha no seu elenco de 2003 jogadores que foram a base do São Paulo super-campeão em 2005: Fabão, Josué, Grafite e Danilo.

terça-feira, 26 de abril de 2011

Espécie em extinção?




O Futebol presenciou há pouco tempo uma festa em torno do 100º gol do goleiro Tricolor, Rogério Ceni, 38 anos, que além de um bom goleiro, é um exímio cobrador de faltas, um dos melhores da atualidade. Mas por que jogadores como Ceni, o também veterano volante palmeirense Marcos Assunção e o “vôvô" Ramon, do Vitória, estão em escassez no futebol ?

Na história do esporte, sempre houve espaço para especialistas em bola parada, tal como chutes precisos: David Beckham, Neto, Marcelinho Carioca, entre outros. Como também jogadores mais completos e habilidosos que sempre tiveram o domínio do fundamento: Zico, Romário, Raí, Rivaldo, Ronaldinho Gaucho e etc.

Porém no atual momento do futebol é cada vez mais comum ver novas apostas dos clubes como Neymar, Lucas, Giuliano ou Ganso, que são reconhecidamente talentosos e grandes valores da nova safra brasileira, não terem o domínio desses fundamentos. Mal cobram faltas, raramente acertam o alvo, e as cobranças de escanteios são cada vez menos eficientes.

A atual dinâmica do futebol exige muito vigor físico, velocidade e habilidade. E assim as categorias de base dos grandes clubes reveladores treinam seus jogadores. E a nítida impressão é que esses fundamentos básicos estão cada vez mais coadjuvantes na preparação da garotada.

Assim não é difícil de compreender o porquê de cada vez mais , os “senhores” dos futebol, Marcos Assunção, Ramon, Paulo Baier, Petcovick e Ceni, se tornem cada vez mais fundamentais para seus clubes. Mas o prazo de validade de suas carreiras está chegando ao fim.... E de suas jogadas também?



domingo, 24 de abril de 2011

Pra começar... Os hinos!

É com muito orgulho que iniciamos o blog Esquadra de ferro. Vamos as apresentações: eu representarei o Corinthians, o Layo o Palmeiras, o Leandro o São Paulo e a Luciana o Santos. Dou o "start" nas postagens abordando um tema que em todos os jogos está presente: o hino dos clubes.

Você já parou para pensar que o hino é parte importantíssima do jogo? Nos clássicos, por exemplo, as torcidas cantam os seus, tentando empurrar os clubes para a vitória. Mas, você conhece essa história do seu clube? Bom, vamos lá:

-Corinhtians (o timão)
Seu hino, como conhecemos hoje, não foi o primeiro a ser elaborado. O atual "Salve o Corinthians", é uma música de Lauro d'Ávila, grande radialista, maloqueiro e sofredor. Foi composto na década de 50 e caiu no gosto popular a partir da conquista do centenário de 1954.

Ouça o hino do Coringão


-Santos (o peixe)
Teve duas músicas como hinos. O oficial deu lugar à marchinha "Leão do Mar", ao ser cantada após o título paulista de 1955 (que quebraria um jejum de 20 anos). Como dizem, a voz do povo é a voz de Deus, então por mais que exista o hino oficial do clube, a marchinha assumiu esse posto.

A marchinha
O oficial

-São Paulo (o tricolor paulista)
Esse hino não tem uma história muito especial. É cantado "desde sempre", com aquele refrão que parece até uma cópia do alvinegro da capital "Salve o tricolor paulista"...

Hino tricolor

-Palmeiras (o verdão)
Foi criado em 1949, pela dupla Antônio Sérgio e Gennaro Rodrigues, algum tempo após o clube ter sido obrigado a mudar de nome, graças à Segunda Guerra Mundial. O alviverde imponente caiu nas graças da torcida e até hoje faz sucesso.

Hino do Palmeiras

E aí, qual você mais gosta?